A investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro, envolvendo o senador eleito, Flávio Bolsonaro, foi criticada pelo presidente Jair Bolsonaro. Pai de Flávio, Jair disse em entrevista à TV Record, na noite dessa quarta-feira, 23, que a investigação usa o filho com o objetivo de atingi-lo. “Não é justo atingir um garoto para tentar me atingir,” disse.

A posição foi criticada por opositores, que avaliam a entrevista como uma tentativa de proteção ao filho. Flávio é advogado, tem 37 anos, exerce mandato de deputado estadual e vai assumir uma cadeira no Senado a partir deste ano. Os fatos têm sido usados para fortalecer argumentos para rebater Bolsonaro de qualificou o filho como “garoto”.

Na manhã desta quinta-feira, 24, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, disse à Agência Reuters que o governo não irá interferir na investigação envolvendo o senador eleito Flávio Bolsonaro e ex-assessores dele na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Na entrevista, Moro disse, que a investigação que envolve o filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro está em fase preliminar e vem sendo conduzida normalmente pelos promotores do Rio.

INVESTIGAÇÃO. Entre as denúncias contra Flávio Bolsonaro, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou dezenas de depósitos de R$ 2 mil na conta de Flávio entre junho e julho de 2017. Flávio responde ainda por R$ 1 milhão de um título bancário da Caixa Econômica Federa que passou pela sua conta, além do seu ex-assessor Fabrício Queiroz, investigado por movimentações atípicas no valor de R$ 7 milhões em três anos.

A investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro, envolvendo o senador eleito, Flávio Bolsonaro, foi criticada pelo presidente Jair Bolsonaro. Pai de Flávio, Jair disse em entrevista à TV Record, na noite dessa quarta-feira, 23, que a investigação usa o filho com o objetivo de atingi-lo. “Não é justo atingir um garoto para tentar me atingir,” disse.

A posição foi criticada por opositores, que avaliam a entrevista como uma tentativa de proteção ao filho. Flávio é advogado, tem 37 anos, exerce mandato de deputado estadual e vai assumir uma cadeira no Senado a partir deste ano. Os fatos têm sido usados para fortalecer argumentos para rebater Bolsonaro de qualificou o filho como “garoto”.

Na manhã desta quinta-feira, 24, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, disse à Agência Reuters que o governo não irá interferir na investigação envolvendo o senador eleito Flávio Bolsonaro e ex-assessores dele na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Na entrevista, Moro disse, que a investigação que envolve o filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro está em fase preliminar e vem sendo conduzida normalmente pelos promotores do Rio.

INVESTIGAÇÃO. Entre as denúncias contra Flávio Bolsonaro, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou dezenas de depósitos de R$ 2 mil na conta de Flávio entre junho e julho de 2017. Flávio responde ainda por R$ 1 milhão de um título bancário da Caixa Econômica Federa que passou pela sua conta, além do seu ex-assessor Fabrício Queiroz, investigado por movimentações atípicas no valor de R$ 7 milhões em três anos.

e-Política
MadsonVagner
Bolsonaro reclama de perseguição ao filho; Moro garante que governo não intervirá

A investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro, envolvendo o senador eleito, Flávio Bolsonaro, foi criticada pelo presidente Jair Bolsonaro. Pai de Flávio, Jair disse em entrevista à TV Record, na noite dessa quarta-feira, 23, que a investigação usa o filho com o objetivo de atingi-lo. “Não é justo atingir um garoto para tentar me atingir,” disse.

A posição foi criticada por opositores, que avaliam a entrevista como uma tentativa de proteção ao filho. Flávio é advogado, tem 37 anos, exerce mandato de deputado estadual e vai assumir uma cadeira no Senado a partir deste ano. Os fatos têm sido usados para fortalecer argumentos para rebater Bolsonaro de qualificou o filho como “garoto”.

Na manhã desta quinta-feira, 24, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, disse à Agência Reuters que o governo não irá interferir na investigação envolvendo o senador eleito Flávio Bolsonaro e ex-assessores dele na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Na entrevista, Moro disse, que a investigação que envolve o filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro está em fase preliminar e vem sendo conduzida normalmente pelos promotores do Rio.

INVESTIGAÇÃO. Entre as denúncias contra Flávio Bolsonaro, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou dezenas de depósitos de R$ 2 mil na conta de Flávio entre junho e julho de 2017. Flávio responde ainda por R$ 1 milhão de um título bancário da Caixa Econômica Federa que passou pela sua conta, além do seu ex-assessor Fabrício Queiroz, investigado por movimentações atípicas no valor de R$ 7 milhões em três anos.

24/01/2019 | Madson Vagner

A investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro, envolvendo o senador eleito, Flávio Bolsonaro, foi criticada pelo presidente Jair Bolsonaro. Pai de Flávio, Jair disse em entrevista à TV Record, na noite dessa quarta-feira, 23, que a investigação usa o filho com o objetivo de atingi-lo. “Não é justo atingir um garoto para tentar me atingir,” disse.

A posição foi criticada por opositores, que avaliam a entrevista como uma tentativa de proteção ao filho. Flávio é advogado, tem 37 anos, exerce mandato de deputado estadual e vai assumir uma cadeira no Senado a partir deste ano. Os fatos têm sido usados para fortalecer argumentos para rebater Bolsonaro de qualificou o filho como “garoto”.

Na manhã desta quinta-feira, 24, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, disse à Agência Reuters que o governo não irá interferir na investigação envolvendo o senador eleito Flávio Bolsonaro e ex-assessores dele na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Na entrevista, Moro disse, que a investigação que envolve o filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro está em fase preliminar e vem sendo conduzida normalmente pelos promotores do Rio.

INVESTIGAÇÃO. Entre as denúncias contra Flávio Bolsonaro, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou dezenas de depósitos de R$ 2 mil na conta de Flávio entre junho e julho de 2017. Flávio responde ainda por R$ 1 milhão de um título bancário da Caixa Econômica Federa que passou pela sua conta, além do seu ex-assessor Fabrício Queiroz, investigado por movimentações atípicas no valor de R$ 7 milhões em três anos.

Especial/Reportagem

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