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Em Assaré, oposição ignora isolamento e prefeito é acusado de compra de votos

Oposição e situação em Assaré têm disparado nas redes sociais denúncias de aglomerações políticas e compra de votos. Tudo deve ser encaminhado ao Ministério Público.

01/07/2020 | Madson Vagner

A possibilidade de manutenção das eleições municipais para este ano, está motivando transgressões às regras de isolamento social e denúncias de compra de votos em Assaré. Os grupos políticos locais trocam acusações em debates acalorados nas redes sociais e se acusam na imprensa.

Os ex-prefeitos Antônio Oliveira e Samuel Freire, ao lado do empresário Libório Leite, apontado como pré-candidato, apesar de não assumir a pretensão, foram flagrados em um almoço político no dia 13 de junho, promovendo aglomerações.

Parte dos integrantes da comitiva, inclusive, o ex-prefeito Oliveira não usavam máscara de proteção, sem falar nos abraços e apertos de mão. Essa e outras denúncias, como a distribuição de material de construção, circulam nas redes sociais e podem comprometer o futuro eleitoral do grupo.

Apesar de assumirem o erro, os opositores garantem que, no mesmo dia 13, o prefeito Evanderto Almeida comemorava o aniversário da sua secretária de Educação, professora Edelvania, na vila Andreza, distrito do Amaro, também, promovendo aglomeração. Evanderto teria assinado a prorrogação do decreta naquele dia.

O vídeo com suposta doação de material de construção, feita pelo grupo de oposição, foi desmentido pelo autor. Francisco Felipe disse que tudo não passou de brincadeira e aproveitou para denunciar o prefeito Evanderto e o vereador Lanlan de Alexandre por tentativa de compra de votos.

Em novo vídeo, Felipe disse que recebeu proposta, mas não aceitou, e que conhece quem já recebeu o material de construção do prefeito e do vereador. Ambas as denúncias devem parar no Ministério Público.

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