Apesar da previsão do chamado “esforço concentrado”, marcado para os dias 28 e 29 deste mês, o Congresso Nacional continua sem pauta definida. Com a ausência da relação das discussões, a expectativa é que os deputados e senadores continuem deixando os corredores e os plenários do Congresso vazios. A prática não é novidade em períodos eleitorais.

Voltados para as articulações de campanhas eleitorais nos estados é o principal motivador das ausências. Entre os parlamentares é consenso que este não é o momento de debater temas polêmicos que possam ter reflexo no resultado das urnas em outubro.

Na primeira tentativa do “esforço concentrado”, nos dias 7 e 8 de agosto, foram aprovados alguns projetos no primeiro dia, mas no segundo, não houve quórum para votações. Durante a semana, senadores que não concorrerão ás eleições reclamam da ausência das sessões.

O senador José Serra (PSDB), disse a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, que “o grande adversário da aprovação de projetos aqui não é a briga partidária, mas o ócio. Uma dificuldade incrível. Simplesmente não funciona”.

A mesa do diretora do Senado, sob a presidência do senador Eunício Oliveira (MDB), não se manifestou.

Apesar da previsão do chamado “esforço concentrado”, marcado para os dias 28 e 29 deste mês, o Congresso Nacional continua sem pauta definida. Com a ausência da relação das discussões, a expectativa é que os deputados e senadores continuem deixando os corredores e os plenários do Congresso vazios. A prática não é novidade em períodos eleitorais.

Voltados para as articulações de campanhas eleitorais nos estados é o principal motivador das ausências. Entre os parlamentares é consenso que este não é o momento de debater temas polêmicos que possam ter reflexo no resultado das urnas em outubro.

Na primeira tentativa do “esforço concentrado”, nos dias 7 e 8 de agosto, foram aprovados alguns projetos no primeiro dia, mas no segundo, não houve quórum para votações. Durante a semana, senadores que não concorrerão ás eleições reclamam da ausência das sessões.

O senador José Serra (PSDB), disse a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, que “o grande adversário da aprovação de projetos aqui não é a briga partidária, mas o ócio. Uma dificuldade incrível. Simplesmente não funciona”.

A mesa do diretora do Senado, sob a presidência do senador Eunício Oliveira (MDB), não se manifestou.

e-Política
MadsonVagner
Em Brasília, Congresso continua sem trabalhar

Apesar da previsão do chamado “esforço concentrado”, marcado para os dias 28 e 29 deste mês, o Congresso Nacional continua sem pauta definida. Com a ausência da relação das discussões, a expectativa é que os deputados e senadores continuem deixando os corredores e os plenários do Congresso vazios. A prática não é novidade em períodos eleitorais.

Voltados para as articulações de campanhas eleitorais nos estados é o principal motivador das ausências. Entre os parlamentares é consenso que este não é o momento de debater temas polêmicos que possam ter reflexo no resultado das urnas em outubro.

Na primeira tentativa do “esforço concentrado”, nos dias 7 e 8 de agosto, foram aprovados alguns projetos no primeiro dia, mas no segundo, não houve quórum para votações. Durante a semana, senadores que não concorrerão ás eleições reclamam da ausência das sessões.

O senador José Serra (PSDB), disse a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, que “o grande adversário da aprovação de projetos aqui não é a briga partidária, mas o ócio. Uma dificuldade incrível. Simplesmente não funciona”.

A mesa do diretora do Senado, sob a presidência do senador Eunício Oliveira (MDB), não se manifestou.

13/08/2018 | Madson Vagner

Apesar da previsão do chamado “esforço concentrado”, marcado para os dias 28 e 29 deste mês, o Congresso Nacional continua sem pauta definida. Com a ausência da relação das discussões, a expectativa é que os deputados e senadores continuem deixando os corredores e os plenários do Congresso vazios. A prática não é novidade em períodos eleitorais.

Voltados para as articulações de campanhas eleitorais nos estados é o principal motivador das ausências. Entre os parlamentares é consenso que este não é o momento de debater temas polêmicos que possam ter reflexo no resultado das urnas em outubro.

Na primeira tentativa do “esforço concentrado”, nos dias 7 e 8 de agosto, foram aprovados alguns projetos no primeiro dia, mas no segundo, não houve quórum para votações. Durante a semana, senadores que não concorrerão ás eleições reclamam da ausência das sessões.

O senador José Serra (PSDB), disse a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, que “o grande adversário da aprovação de projetos aqui não é a briga partidária, mas o ócio. Uma dificuldade incrível. Simplesmente não funciona”.

A mesa do diretora do Senado, sob a presidência do senador Eunício Oliveira (MDB), não se manifestou.

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