Quem esperava um discurso pautado em grandes revelações sobre a nova direção da economia e uma política de desenvolvimento para tirar o país da crise, se decepcionou. No seu discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, nesta terça-feira, 22, o presidente Jair Bolsonaro, falou sobre perseguições durante a campanha; das belezas naturais do Brasil e reclamou o fato do pais ser pouco visitado.

Num segundo momento, Bolsonaro falou sobre a crise ética, política e econômica que passa o Brasil e prometeu combater a corrupção; tudo sem dar os caminhos para efetivar o argumento. Sobre as reformas foi vago e resumiu dizendo que sua equipe é qualificada e tem credibilidade para fazer.

Em entrevista, já na saída, Bolsonaro garantiu que o Brasil não será uma república bolivariana e que as vitórias do centro e da direita na América do Sul é uma resposta a esquerda. Para finalizar, o presidente citou dados sobre agronegócio e agropecuária para justificar que o país é quem menos desmata. Na verdade, o discurso do presidente brasileiro acabou frustrando as expectativas.

Quem esperava um discurso pautado em grandes revelações sobre a nova direção da economia e uma política de desenvolvimento para tirar o país da crise, se decepcionou. No seu discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, nesta terça-feira, 22, o presidente Jair Bolsonaro, falou sobre perseguições durante a campanha; das belezas naturais do Brasil e reclamou o fato do pais ser pouco visitado.

Num segundo momento, Bolsonaro falou sobre a crise ética, política e econômica que passa o Brasil e prometeu combater a corrupção; tudo sem dar os caminhos para efetivar o argumento. Sobre as reformas foi vago e resumiu dizendo que sua equipe é qualificada e tem credibilidade para fazer.

Em entrevista, já na saída, Bolsonaro garantiu que o Brasil não será uma república bolivariana e que as vitórias do centro e da direita na América do Sul é uma resposta a esquerda. Para finalizar, o presidente citou dados sobre agronegócio e agropecuária para justificar que o país é quem menos desmata. Na verdade, o discurso do presidente brasileiro acabou frustrando as expectativas.

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MadsonVagner
Em Davos, Bolsonaro relembra campanha em discurso rápido

Quem esperava um discurso pautado em grandes revelações sobre a nova direção da economia e uma política de desenvolvimento para tirar o país da crise, se decepcionou. No seu discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, nesta terça-feira, 22, o presidente Jair Bolsonaro, falou sobre perseguições durante a campanha; das belezas naturais do Brasil e reclamou o fato do pais ser pouco visitado.

Num segundo momento, Bolsonaro falou sobre a crise ética, política e econômica que passa o Brasil e prometeu combater a corrupção; tudo sem dar os caminhos para efetivar o argumento. Sobre as reformas foi vago e resumiu dizendo que sua equipe é qualificada e tem credibilidade para fazer.

Em entrevista, já na saída, Bolsonaro garantiu que o Brasil não será uma república bolivariana e que as vitórias do centro e da direita na América do Sul é uma resposta a esquerda. Para finalizar, o presidente citou dados sobre agronegócio e agropecuária para justificar que o país é quem menos desmata. Na verdade, o discurso do presidente brasileiro acabou frustrando as expectativas.

23/01/2019 | Madson Vagner

Quem esperava um discurso pautado em grandes revelações sobre a nova direção da economia e uma política de desenvolvimento para tirar o país da crise, se decepcionou. No seu discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, nesta terça-feira, 22, o presidente Jair Bolsonaro, falou sobre perseguições durante a campanha; das belezas naturais do Brasil e reclamou o fato do pais ser pouco visitado.

Num segundo momento, Bolsonaro falou sobre a crise ética, política e econômica que passa o Brasil e prometeu combater a corrupção; tudo sem dar os caminhos para efetivar o argumento. Sobre as reformas foi vago e resumiu dizendo que sua equipe é qualificada e tem credibilidade para fazer.

Em entrevista, já na saída, Bolsonaro garantiu que o Brasil não será uma república bolivariana e que as vitórias do centro e da direita na América do Sul é uma resposta a esquerda. Para finalizar, o presidente citou dados sobre agronegócio e agropecuária para justificar que o país é quem menos desmata. Na verdade, o discurso do presidente brasileiro acabou frustrando as expectativas.

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