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Em Santana do Cariri, críticas a aulas remotas e ao pai do prefeito por doação em live

A Prefeitura levantou polêmica ao autorizar o reinício das aulas de forma remota. As doações feitas pelo pai do prefeito para lives foram de 4 mil máscaras 5 toneladas de alimentos.

20/05/2020 | Madson Vagner

A Prefeitura de Santana do Cariri continua sua saga entre as boas e más ações no combate ao coronavírus. Depois de fechar parceria com Universidade Regional do Cariri (Urca), para montagem do centro de recepção aos casos notificados de covid-19, no Museu de Paleontologia, e garantir a distribuição de senhas, cadeiras e tendas em frente à agência da Caixa Econômica, o Município anunciou a voltas às aulas da rede pública municipal.

Apesar das atividades serem remotas, a Prefeitura levantou uma polêmica sobre os alunos que não têm acesso à internet e tecnologias para assistir às aulas. Para esses alunos, a Secretaria de Educação vai distribuir apostilas; eles terão que se virar para aprender sozinhos. A oposição acusa discriminação e indaga se os alunos terão que aprender sozinhos. Pais e professores ameaçam levar o caso ao Ministério Público.

ENQUANTO ISSO, ainda em Santana do Cariri,a gestão do prefeito Pedro Henrique está sendo bombardeada pelas críticas a doações feitas pelo seu pai, Pedro de Gerson. Foram quatro mil máscaras na live do cantor Leo Magalhães e cinco toneladas na live do cantor Wesley Safadão. A oposição reclama que as doações poderiam estar sendo feitas para a população de Santana.

No embalo das más notícias,o vereador Ismael Feitosa entregou a liderança do prefeito na sessão do dia 14. Não há ligação entre a saída do líder e os recentes desgastes do prefeito Pedro Henrique, mas as especulações já seguem neste sentido. Ainda na Câmara, o vereador João Paulo testou positivo para o novo coronavírus. Ele garante que não desfalcará a oposição.

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