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Juazeiro é primeira do Nordeste a implantar Sistema de Monitoramento do Aedes

A Prefeitura de Juazeiro do Norte, através da Secretaria da Saúde, está implantando no Município o Sistema de Monitoramento Integrado do Aedes aegypti – MI-Aedes. Juazeiro do Norte é a primeira cidade da região Nordeste a implantar esse sistema, desenvolvido pela empresa de biotecnologia e bioinformática Ecovec, de Minas Gerais. O lançamento oficial do MI-Aedes […]

14/06/2019 | Madson Vagner

A Prefeitura de Juazeiro do Norte, através da Secretaria da Saúde, está implantando no Município o Sistema de Monitoramento Integrado do Aedes aegypti – MI-Aedes. Juazeiro do Norte é a primeira cidade da região Nordeste a implantar esse sistema, desenvolvido pela empresa de biotecnologia e bioinformática Ecovec, de Minas Gerais.

O lançamento oficial do MI-Aedes será na próxima quinta-feira (13), às 9h, no auditório do Centro Universitário Unileão, Unidade CRAJUBAR, com a presença de autoridades e de técnicos da Ecovec.

O sistema de monitoramento do MI-Aedes se dá através da captura do mosquito Aedes aegypti em armadilhas distribuídas homogeneamente pela cidade, e uma equipe de agentes de endemias realiza vistorias semanalmente para coletá-los. Serão instaladas 570 armadilhas em Juazeiro do Norte.

A partir disso, serão gerados relatórios de infestação, permitindo localizar os pontos com maior infestação do mosquito e qual vírus que ele carrega (dengue, zika ou chikungunya). O sistema possibilitará ações estratégicas para redução da transmissão dessas doenças.

Nesta terça-feira (11), foi iniciado treinamento dos agentes de endemias que irão atuar com o MI-Aedes. Serão 07 agentes trabalhando diretamente com o Sistema e mais 11 reservas, caso seja necessária a substituição. O primeiro dia de treinamento foi teórico, para apresentação do programa.

Na quarta-feira (12), os agentes irão a campo para aprender como implantar as armadilhas. Já nos dias 13 e 14 haverá o treinamento teórico e prático da vistoria.

“O mais interessante é que nós trabalharemos de forma realmente dirigida. Se encontrarmos mosquito infectado nós iremos até o local fazer o bloqueio químico e quebrar a cadeia de transmissão antes que o vírus chegue nas pessoas”, ressalta a coordenadora do Núcleo de Controle de Endemias, Mascleide Feitosa.

(Assessoria de Imprensa).

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