Sem qualquer protagonismo de políticos ou candidatos a estas eleições, os movimentos de Mulheres do Cariri e Direita Cariri, saíram as ruas de Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha, para se manifestar a favor e contra o presidenciável pelo PSL, Jair Bolsonaro. Segundo informações das organizações, cerca de 8 mil pessoas saíram às ruas nos dois movimentos.

No sábado, dia 29 de setembro, cerca de 5 mil pessoas mobilizadas de vários municípios do Cariri se aglomeraram na Praça do Giradouro, conhecido como triangulo Crajubar, para se manifestar contra o candidato Jair Bolsonaro no movimento denominado “Ele não Cariri – Mulheres Contra o Fascismo”. A organização do evento comandou as falas do alto de um carro de som, onde várias lideranças sociais se revezaram.

Durante o evento houve distribuição de adesivos com a #EleNão. Chamou a atenção a pouca participação partidária se destacando cartazes e bandeiras de movimentos sociais ligados as causas das mulheres. Segundo a organização, o movimento foi apartidário e motivado por discursos discriminatórios contra as mulheres e minorias como homossexuais, índios e negros.

O movimento com maioria de mulheres e jovens aconteceu em cerca de 66 cidades do Brasil e exterior, incluindo todas as captais no País. O dia do movimento marcou, também, a saída de Bolsonaro do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde estava internado a 23 dias, após sofrer um atentado a faca no interior de Minas durante atividade de campanha.

Em apoio ao candidato do PSL, milhares de pessoas se reuniram em frente a antiga Casa de Shows PY Clube, no Crato, para sair em carreada em direção a Juazeiro e Barbalha. Cerca de 3 mil pessoas vestidas, predominantemente, de amarelo se manifestaram favoráveis ao presidenciável e seu partido, o PSL.

A carreata marcada inicialmente para o dia anterior, mesmo dia da manifestação contrária ao candidato do PSL, foi transferida para o domingo para evitar um confronto em os dois movimentos. No domingo, a carreata saiu por voltas das 16h30min e antes os organizadores tocaram o hino nacional e gritaram palavras de ordem em apoio a Bolsonaro.

Na carreata, encerrada em Barbalha, não foi percebida a inserção de políticos locais. A maioria dos participantes pertenciam a igrejas evangélicas da região que atuam como militantes do presidenciável Jair Bolsonaro.

Apesar das expectativas de público divulgadas pelas coordenações dos eventos, a contagem não é oficial. Em ambas as manifestações não foi registrada a presença da Polícia Militar.

(Fonte: Jornal do Cariri).

Sem qualquer protagonismo de políticos ou candidatos a estas eleições, os movimentos de Mulheres do Cariri e Direita Cariri, saíram as ruas de Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha, para se manifestar a favor e contra o presidenciável pelo PSL, Jair Bolsonaro. Segundo informações das organizações, cerca de 8 mil pessoas saíram às ruas nos dois movimentos.

No sábado, dia 29 de setembro, cerca de 5 mil pessoas mobilizadas de vários municípios do Cariri se aglomeraram na Praça do Giradouro, conhecido como triangulo Crajubar, para se manifestar contra o candidato Jair Bolsonaro no movimento denominado “Ele não Cariri – Mulheres Contra o Fascismo”. A organização do evento comandou as falas do alto de um carro de som, onde várias lideranças sociais se revezaram.

Durante o evento houve distribuição de adesivos com a #EleNão. Chamou a atenção a pouca participação partidária se destacando cartazes e bandeiras de movimentos sociais ligados as causas das mulheres. Segundo a organização, o movimento foi apartidário e motivado por discursos discriminatórios contra as mulheres e minorias como homossexuais, índios e negros.

O movimento com maioria de mulheres e jovens aconteceu em cerca de 66 cidades do Brasil e exterior, incluindo todas as captais no País. O dia do movimento marcou, também, a saída de Bolsonaro do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde estava internado a 23 dias, após sofrer um atentado a faca no interior de Minas durante atividade de campanha.

Em apoio ao candidato do PSL, milhares de pessoas se reuniram em frente a antiga Casa de Shows PY Clube, no Crato, para sair em carreada em direção a Juazeiro e Barbalha. Cerca de 3 mil pessoas vestidas, predominantemente, de amarelo se manifestaram favoráveis ao presidenciável e seu partido, o PSL.

A carreata marcada inicialmente para o dia anterior, mesmo dia da manifestação contrária ao candidato do PSL, foi transferida para o domingo para evitar um confronto em os dois movimentos. No domingo, a carreata saiu por voltas das 16h30min e antes os organizadores tocaram o hino nacional e gritaram palavras de ordem em apoio a Bolsonaro.

Na carreata, encerrada em Barbalha, não foi percebida a inserção de políticos locais. A maioria dos participantes pertenciam a igrejas evangélicas da região que atuam como militantes do presidenciável Jair Bolsonaro.

Apesar das expectativas de público divulgadas pelas coordenações dos eventos, a contagem não é oficial. Em ambas as manifestações não foi registrada a presença da Polícia Militar.

(Fonte: Jornal do Cariri).

e-Política
MadsonVagner
Movimentos vão as ruas do Cariri contra e a favor de Bolsonaro

Sem qualquer protagonismo de políticos ou candidatos a estas eleições, os movimentos de Mulheres do Cariri e Direita Cariri, saíram as ruas de Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha, para se manifestar a favor e contra o presidenciável pelo PSL, Jair Bolsonaro. Segundo informações das organizações, cerca de 8 mil pessoas saíram às ruas nos dois movimentos.

No sábado, dia 29 de setembro, cerca de 5 mil pessoas mobilizadas de vários municípios do Cariri se aglomeraram na Praça do Giradouro, conhecido como triangulo Crajubar, para se manifestar contra o candidato Jair Bolsonaro no movimento denominado “Ele não Cariri – Mulheres Contra o Fascismo”. A organização do evento comandou as falas do alto de um carro de som, onde várias lideranças sociais se revezaram.

Durante o evento houve distribuição de adesivos com a #EleNão. Chamou a atenção a pouca participação partidária se destacando cartazes e bandeiras de movimentos sociais ligados as causas das mulheres. Segundo a organização, o movimento foi apartidário e motivado por discursos discriminatórios contra as mulheres e minorias como homossexuais, índios e negros.

O movimento com maioria de mulheres e jovens aconteceu em cerca de 66 cidades do Brasil e exterior, incluindo todas as captais no País. O dia do movimento marcou, também, a saída de Bolsonaro do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde estava internado a 23 dias, após sofrer um atentado a faca no interior de Minas durante atividade de campanha.

Em apoio ao candidato do PSL, milhares de pessoas se reuniram em frente a antiga Casa de Shows PY Clube, no Crato, para sair em carreada em direção a Juazeiro e Barbalha. Cerca de 3 mil pessoas vestidas, predominantemente, de amarelo se manifestaram favoráveis ao presidenciável e seu partido, o PSL.

A carreata marcada inicialmente para o dia anterior, mesmo dia da manifestação contrária ao candidato do PSL, foi transferida para o domingo para evitar um confronto em os dois movimentos. No domingo, a carreata saiu por voltas das 16h30min e antes os organizadores tocaram o hino nacional e gritaram palavras de ordem em apoio a Bolsonaro.

Na carreata, encerrada em Barbalha, não foi percebida a inserção de políticos locais. A maioria dos participantes pertenciam a igrejas evangélicas da região que atuam como militantes do presidenciável Jair Bolsonaro.

Apesar das expectativas de público divulgadas pelas coordenações dos eventos, a contagem não é oficial. Em ambas as manifestações não foi registrada a presença da Polícia Militar.

(Fonte: Jornal do Cariri).

01/10/2018 | Madson Vagner

Sem qualquer protagonismo de políticos ou candidatos a estas eleições, os movimentos de Mulheres do Cariri e Direita Cariri, saíram as ruas de Crato, Juazeiro do Norte e Barbalha, para se manifestar a favor e contra o presidenciável pelo PSL, Jair Bolsonaro. Segundo informações das organizações, cerca de 8 mil pessoas saíram às ruas nos dois movimentos.

No sábado, dia 29 de setembro, cerca de 5 mil pessoas mobilizadas de vários municípios do Cariri se aglomeraram na Praça do Giradouro, conhecido como triangulo Crajubar, para se manifestar contra o candidato Jair Bolsonaro no movimento denominado “Ele não Cariri – Mulheres Contra o Fascismo”. A organização do evento comandou as falas do alto de um carro de som, onde várias lideranças sociais se revezaram.

Durante o evento houve distribuição de adesivos com a #EleNão. Chamou a atenção a pouca participação partidária se destacando cartazes e bandeiras de movimentos sociais ligados as causas das mulheres. Segundo a organização, o movimento foi apartidário e motivado por discursos discriminatórios contra as mulheres e minorias como homossexuais, índios e negros.

O movimento com maioria de mulheres e jovens aconteceu em cerca de 66 cidades do Brasil e exterior, incluindo todas as captais no País. O dia do movimento marcou, também, a saída de Bolsonaro do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde estava internado a 23 dias, após sofrer um atentado a faca no interior de Minas durante atividade de campanha.

Em apoio ao candidato do PSL, milhares de pessoas se reuniram em frente a antiga Casa de Shows PY Clube, no Crato, para sair em carreada em direção a Juazeiro e Barbalha. Cerca de 3 mil pessoas vestidas, predominantemente, de amarelo se manifestaram favoráveis ao presidenciável e seu partido, o PSL.

A carreata marcada inicialmente para o dia anterior, mesmo dia da manifestação contrária ao candidato do PSL, foi transferida para o domingo para evitar um confronto em os dois movimentos. No domingo, a carreata saiu por voltas das 16h30min e antes os organizadores tocaram o hino nacional e gritaram palavras de ordem em apoio a Bolsonaro.

Na carreata, encerrada em Barbalha, não foi percebida a inserção de políticos locais. A maioria dos participantes pertenciam a igrejas evangélicas da região que atuam como militantes do presidenciável Jair Bolsonaro.

Apesar das expectativas de público divulgadas pelas coordenações dos eventos, a contagem não é oficial. Em ambas as manifestações não foi registrada a presença da Polícia Militar.

(Fonte: Jornal do Cariri).

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