Uma decisão recente do Ministério Público do Estado (MP) em Nova Olinda, contra a ex-vereadora Rita Luna e a ex-secretária de Educação, Vanda Lúcia Sampaio, mostra a intolerância do órgão com casos de corrupção. Na ação de improbidade administrativa, com acusação de enriquecimento ilícito, o promotor Daniel Ferreira pede a devolução de mais de R$ 2,9 milhões. No exercício parlamentar, Rita Luna acumulou cargos de professora e agente administrativo.

Para o MP, devem ser devolvidos os valores recebidos da Câmara, nos anos de 2004 a 2016. Acrescidos de juros, o valor chega a R$ 740 mil; enquanto a secretária, responsabilizada solidariamente, terá que devolver três vezes o valor determinado a ex-vereadora, ou seja, mais de R$ 2,2 milhões. Notificada na época, a secretária se recusou a fazer o desligamento da servidora.

Uma decisão recente do Ministério Público do Estado (MP) em Nova Olinda, contra a ex-vereadora Rita Luna e a ex-secretária de Educação, Vanda Lúcia Sampaio, mostra a intolerância do órgão com casos de corrupção. Na ação de improbidade administrativa, com acusação de enriquecimento ilícito, o promotor Daniel Ferreira pede a devolução de mais de R$ 2,9 milhões. No exercício parlamentar, Rita Luna acumulou cargos de professora e agente administrativo.

Para o MP, devem ser devolvidos os valores recebidos da Câmara, nos anos de 2004 a 2016. Acrescidos de juros, o valor chega a R$ 740 mil; enquanto a secretária, responsabilizada solidariamente, terá que devolver três vezes o valor determinado a ex-vereadora, ou seja, mais de R$ 2,2 milhões. Notificada na época, a secretária se recusou a fazer o desligamento da servidora.

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MadsonVagner
MP jogando duro em Nova Olinda

Uma decisão recente do Ministério Público do Estado (MP) em Nova Olinda, contra a ex-vereadora Rita Luna e a ex-secretária de Educação, Vanda Lúcia Sampaio, mostra a intolerância do órgão com casos de corrupção. Na ação de improbidade administrativa, com acusação de enriquecimento ilícito, o promotor Daniel Ferreira pede a devolução de mais de R$ 2,9 milhões. No exercício parlamentar, Rita Luna acumulou cargos de professora e agente administrativo.

Para o MP, devem ser devolvidos os valores recebidos da Câmara, nos anos de 2004 a 2016. Acrescidos de juros, o valor chega a R$ 740 mil; enquanto a secretária, responsabilizada solidariamente, terá que devolver três vezes o valor determinado a ex-vereadora, ou seja, mais de R$ 2,2 milhões. Notificada na época, a secretária se recusou a fazer o desligamento da servidora.

31/05/2018 | Madson Vagner

Uma decisão recente do Ministério Público do Estado (MP) em Nova Olinda, contra a ex-vereadora Rita Luna e a ex-secretária de Educação, Vanda Lúcia Sampaio, mostra a intolerância do órgão com casos de corrupção. Na ação de improbidade administrativa, com acusação de enriquecimento ilícito, o promotor Daniel Ferreira pede a devolução de mais de R$ 2,9 milhões. No exercício parlamentar, Rita Luna acumulou cargos de professora e agente administrativo.

Para o MP, devem ser devolvidos os valores recebidos da Câmara, nos anos de 2004 a 2016. Acrescidos de juros, o valor chega a R$ 740 mil; enquanto a secretária, responsabilizada solidariamente, terá que devolver três vezes o valor determinado a ex-vereadora, ou seja, mais de R$ 2,2 milhões. Notificada na época, a secretária se recusou a fazer o desligamento da servidora.

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