Apesar das muitas críticas relacionadas aos altos salários e o recebimento de benefícios como auxílio moradia por quem tem casa própria, os ministros do Superior Tribunal Federal (STF) aprovaram reajuste de 16,38% para os salários do magistrados brasileiros.

Por um placar de 7 a 4, ministros subiram os próprios salários de R$ 33,7 mil para mais de R$ 39 mil por mês. A matéria deve ser analisada pelo Senado e sancionada pelo presidente Michel Temer para, então, entrar em vigor. Se aprovado e sancionado, o reajuste deve ter um impacto de R$ 2,7 milhões no STF e de R$ 717 milhões de reais para todo o Poder Judiciário.

Favoráveis ao aumento, os ministros Ricardo Lewandowski, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Marco Aurélio Mello, Luiz Fux e Alexandre de Moraes. Contra o reajuste, os ministros Cármen Lúcia, Rosa Weber, Celso de Mello e Edson Fachin.

Futuro presidente do STF, o ministro Dias Toffoli disse que o reajuste não provocará aumento de despesas, já que a Corte cortará despesas do próprio orçamento por meio do remanejamento de recursos.

Apesar das muitas críticas relacionadas aos altos salários e o recebimento de benefícios como auxílio moradia por quem tem casa própria, os ministros do Superior Tribunal Federal (STF) aprovaram reajuste de 16,38% para os salários do magistrados brasileiros.

Por um placar de 7 a 4, ministros subiram os próprios salários de R$ 33,7 mil para mais de R$ 39 mil por mês. A matéria deve ser analisada pelo Senado e sancionada pelo presidente Michel Temer para, então, entrar em vigor. Se aprovado e sancionado, o reajuste deve ter um impacto de R$ 2,7 milhões no STF e de R$ 717 milhões de reais para todo o Poder Judiciário.

Favoráveis ao aumento, os ministros Ricardo Lewandowski, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Marco Aurélio Mello, Luiz Fux e Alexandre de Moraes. Contra o reajuste, os ministros Cármen Lúcia, Rosa Weber, Celso de Mello e Edson Fachin.

Futuro presidente do STF, o ministro Dias Toffoli disse que o reajuste não provocará aumento de despesas, já que a Corte cortará despesas do próprio orçamento por meio do remanejamento de recursos.

e-Política
MadsonVagner
Na contramão da crise, STF aprova reajuste de 16% nos próprios salários

Apesar das muitas críticas relacionadas aos altos salários e o recebimento de benefícios como auxílio moradia por quem tem casa própria, os ministros do Superior Tribunal Federal (STF) aprovaram reajuste de 16,38% para os salários do magistrados brasileiros.

Por um placar de 7 a 4, ministros subiram os próprios salários de R$ 33,7 mil para mais de R$ 39 mil por mês. A matéria deve ser analisada pelo Senado e sancionada pelo presidente Michel Temer para, então, entrar em vigor. Se aprovado e sancionado, o reajuste deve ter um impacto de R$ 2,7 milhões no STF e de R$ 717 milhões de reais para todo o Poder Judiciário.

Favoráveis ao aumento, os ministros Ricardo Lewandowski, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Marco Aurélio Mello, Luiz Fux e Alexandre de Moraes. Contra o reajuste, os ministros Cármen Lúcia, Rosa Weber, Celso de Mello e Edson Fachin.

Futuro presidente do STF, o ministro Dias Toffoli disse que o reajuste não provocará aumento de despesas, já que a Corte cortará despesas do próprio orçamento por meio do remanejamento de recursos.

11/08/2018 | Madson Vagner

Apesar das muitas críticas relacionadas aos altos salários e o recebimento de benefícios como auxílio moradia por quem tem casa própria, os ministros do Superior Tribunal Federal (STF) aprovaram reajuste de 16,38% para os salários do magistrados brasileiros.

Por um placar de 7 a 4, ministros subiram os próprios salários de R$ 33,7 mil para mais de R$ 39 mil por mês. A matéria deve ser analisada pelo Senado e sancionada pelo presidente Michel Temer para, então, entrar em vigor. Se aprovado e sancionado, o reajuste deve ter um impacto de R$ 2,7 milhões no STF e de R$ 717 milhões de reais para todo o Poder Judiciário.

Favoráveis ao aumento, os ministros Ricardo Lewandowski, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Marco Aurélio Mello, Luiz Fux e Alexandre de Moraes. Contra o reajuste, os ministros Cármen Lúcia, Rosa Weber, Celso de Mello e Edson Fachin.

Futuro presidente do STF, o ministro Dias Toffoli disse que o reajuste não provocará aumento de despesas, já que a Corte cortará despesas do próprio orçamento por meio do remanejamento de recursos.

Especial/Reportagem

Livro

Leia Também: