O presidenciável Ciro Gomes (PDT) disse que sua campanha não mudará em nada, diante do que aconteceu com o candidato do PSL à presidência, Jair Bolsonaro. Em campanha na manhã do sábado, 8, em Juazeiro do Norte, Ciro avaliou o acontecido como deplorável e repudiável e garantiu não estar com medo de ir às ruas.

“Nós precisamos ir para a rua, abraçar o povo e fazer força para que a disputa política seja uma disputa de ideias, de ideais e nunca de violência e de prepotência. E cada um de nós tem que dar exemplo disso,” disse Ciro.

Apesar de reconhecer que não mudará o tom e a estratégia da campanha, Ciro disse que não está atacando ninguém. Para ele, o que há com Bolsonaro são “diferenças intransponíveis”.  “Eu não acredito na violência, não acredito na arma, não acredito na cultura de ódio; e espero que ele (Bolsonaro) venha rápido, são e salvo, para estabelecermos o debate para o nosso povo escolher o que é o melhor,” disse.

Ainda sobre Bolsonaro, Ciro disse que o ocorrido não pode parar o Brasil. “Agora nós estamos de volta a luta porque o Brasil não pode parar. Eu tenho falado muito pesadamente contra essa radicalização que divide a família brasileira e nós não podemos deixar que isso se transforme em violência,” disse.

AGENDA. Ciro desembarcou no Aeroporto Orlando Bezerra de Menezes, em Juazeiro do Norte, ás 10h30, e seguiu em carreata pelas ruas da cidade. Esteve acompanhado de autoridades locais, do governador Camilo Santana (PT) e do irmão, o ex-governador Cid Gomes (PDT), candidato ao Senado.

De Juazeiro do Norte, Ciro seguiu para a vizinha cidade do Crato, onde fez comício. De Crato, o presidenciável foi à Campina Grande e Monteiro, na Paraíba, onde deve visitar o eixo leste da transposição do Rio São Francisco.

Sobre a visita, Ciro disse ter orgulho de ter iniciado a obra, por ordem do ex-presidente Lula, e criticou o fato de faltar apenas 3% para a conclusão da obra e ela não tenha chegado ao Ceará. “Se esse governo não fizer, eu vou terminar esta obra em três meses,” finalizou.

O presidenciável Ciro Gomes (PDT) disse que sua campanha não mudará em nada, diante do que aconteceu com o candidato do PSL à presidência, Jair Bolsonaro. Em campanha na manhã do sábado, 8, em Juazeiro do Norte, Ciro avaliou o acontecido como deplorável e repudiável e garantiu não estar com medo de ir às ruas.

“Nós precisamos ir para a rua, abraçar o povo e fazer força para que a disputa política seja uma disputa de ideias, de ideais e nunca de violência e de prepotência. E cada um de nós tem que dar exemplo disso,” disse Ciro.

Apesar de reconhecer que não mudará o tom e a estratégia da campanha, Ciro disse que não está atacando ninguém. Para ele, o que há com Bolsonaro são “diferenças intransponíveis”.  “Eu não acredito na violência, não acredito na arma, não acredito na cultura de ódio; e espero que ele (Bolsonaro) venha rápido, são e salvo, para estabelecermos o debate para o nosso povo escolher o que é o melhor,” disse.

Ainda sobre Bolsonaro, Ciro disse que o ocorrido não pode parar o Brasil. “Agora nós estamos de volta a luta porque o Brasil não pode parar. Eu tenho falado muito pesadamente contra essa radicalização que divide a família brasileira e nós não podemos deixar que isso se transforme em violência,” disse.

AGENDA. Ciro desembarcou no Aeroporto Orlando Bezerra de Menezes, em Juazeiro do Norte, ás 10h30, e seguiu em carreata pelas ruas da cidade. Esteve acompanhado de autoridades locais, do governador Camilo Santana (PT) e do irmão, o ex-governador Cid Gomes (PDT), candidato ao Senado.

De Juazeiro do Norte, Ciro seguiu para a vizinha cidade do Crato, onde fez comício. De Crato, o presidenciável foi à Campina Grande e Monteiro, na Paraíba, onde deve visitar o eixo leste da transposição do Rio São Francisco.

Sobre a visita, Ciro disse ter orgulho de ter iniciado a obra, por ordem do ex-presidente Lula, e criticou o fato de faltar apenas 3% para a conclusão da obra e ela não tenha chegado ao Ceará. “Se esse governo não fizer, eu vou terminar esta obra em três meses,” finalizou.

e-Política
MadsonVagner
No Cariri, Ciro diz que não mudará “tom” da campanha por causa de Bolsonaro

O presidenciável Ciro Gomes (PDT) disse que sua campanha não mudará em nada, diante do que aconteceu com o candidato do PSL à presidência, Jair Bolsonaro. Em campanha na manhã do sábado, 8, em Juazeiro do Norte, Ciro avaliou o acontecido como deplorável e repudiável e garantiu não estar com medo de ir às ruas.

“Nós precisamos ir para a rua, abraçar o povo e fazer força para que a disputa política seja uma disputa de ideias, de ideais e nunca de violência e de prepotência. E cada um de nós tem que dar exemplo disso,” disse Ciro.

Apesar de reconhecer que não mudará o tom e a estratégia da campanha, Ciro disse que não está atacando ninguém. Para ele, o que há com Bolsonaro são “diferenças intransponíveis”.  “Eu não acredito na violência, não acredito na arma, não acredito na cultura de ódio; e espero que ele (Bolsonaro) venha rápido, são e salvo, para estabelecermos o debate para o nosso povo escolher o que é o melhor,” disse.

Ainda sobre Bolsonaro, Ciro disse que o ocorrido não pode parar o Brasil. “Agora nós estamos de volta a luta porque o Brasil não pode parar. Eu tenho falado muito pesadamente contra essa radicalização que divide a família brasileira e nós não podemos deixar que isso se transforme em violência,” disse.

AGENDA. Ciro desembarcou no Aeroporto Orlando Bezerra de Menezes, em Juazeiro do Norte, ás 10h30, e seguiu em carreata pelas ruas da cidade. Esteve acompanhado de autoridades locais, do governador Camilo Santana (PT) e do irmão, o ex-governador Cid Gomes (PDT), candidato ao Senado.

De Juazeiro do Norte, Ciro seguiu para a vizinha cidade do Crato, onde fez comício. De Crato, o presidenciável foi à Campina Grande e Monteiro, na Paraíba, onde deve visitar o eixo leste da transposição do Rio São Francisco.

Sobre a visita, Ciro disse ter orgulho de ter iniciado a obra, por ordem do ex-presidente Lula, e criticou o fato de faltar apenas 3% para a conclusão da obra e ela não tenha chegado ao Ceará. “Se esse governo não fizer, eu vou terminar esta obra em três meses,” finalizou.

10/09/2018 | Madson Vagner

O presidenciável Ciro Gomes (PDT) disse que sua campanha não mudará em nada, diante do que aconteceu com o candidato do PSL à presidência, Jair Bolsonaro. Em campanha na manhã do sábado, 8, em Juazeiro do Norte, Ciro avaliou o acontecido como deplorável e repudiável e garantiu não estar com medo de ir às ruas.

“Nós precisamos ir para a rua, abraçar o povo e fazer força para que a disputa política seja uma disputa de ideias, de ideais e nunca de violência e de prepotência. E cada um de nós tem que dar exemplo disso,” disse Ciro.

Apesar de reconhecer que não mudará o tom e a estratégia da campanha, Ciro disse que não está atacando ninguém. Para ele, o que há com Bolsonaro são “diferenças intransponíveis”.  “Eu não acredito na violência, não acredito na arma, não acredito na cultura de ódio; e espero que ele (Bolsonaro) venha rápido, são e salvo, para estabelecermos o debate para o nosso povo escolher o que é o melhor,” disse.

Ainda sobre Bolsonaro, Ciro disse que o ocorrido não pode parar o Brasil. “Agora nós estamos de volta a luta porque o Brasil não pode parar. Eu tenho falado muito pesadamente contra essa radicalização que divide a família brasileira e nós não podemos deixar que isso se transforme em violência,” disse.

AGENDA. Ciro desembarcou no Aeroporto Orlando Bezerra de Menezes, em Juazeiro do Norte, ás 10h30, e seguiu em carreata pelas ruas da cidade. Esteve acompanhado de autoridades locais, do governador Camilo Santana (PT) e do irmão, o ex-governador Cid Gomes (PDT), candidato ao Senado.

De Juazeiro do Norte, Ciro seguiu para a vizinha cidade do Crato, onde fez comício. De Crato, o presidenciável foi à Campina Grande e Monteiro, na Paraíba, onde deve visitar o eixo leste da transposição do Rio São Francisco.

Sobre a visita, Ciro disse ter orgulho de ter iniciado a obra, por ordem do ex-presidente Lula, e criticou o fato de faltar apenas 3% para a conclusão da obra e ela não tenha chegado ao Ceará. “Se esse governo não fizer, eu vou terminar esta obra em três meses,” finalizou.

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