Ao assumir a presidência do Senado, o novo presidente Davi Alcolumbre (DEM-AP), já enfrenta desgaste político. Ele é alvo de dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) que apuram irregularidades na campanha eleitoral de 2014, quando foi eleito senador.

Os casos foram apurados na esfera eleitoral pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amapá, onde foram arquivados. Mas a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal a abertura das investigações em 2016 e 2018.

Em um dos inquéritos, a PGR cita suspeitas de utilização de notas falsas emitidas pela empresa “L.L.S. Morais – ME” para a prestação de contas do parlamentar eleito.

A PGR chegou a pedir a quebra de sigilo bancário de Reynaldo Antônio Machado Gomes, contador da campanha de Alcolumbre, e da empresa “R.A.M. Gomes”, no período de julho a outubro de 2014. A defesa de Alcolumbre nega as acusações.

Ao assumir a presidência do Senado, o novo presidente Davi Alcolumbre (DEM-AP), já enfrenta desgaste político. Ele é alvo de dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) que apuram irregularidades na campanha eleitoral de 2014, quando foi eleito senador.

Os casos foram apurados na esfera eleitoral pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amapá, onde foram arquivados. Mas a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal a abertura das investigações em 2016 e 2018.

Em um dos inquéritos, a PGR cita suspeitas de utilização de notas falsas emitidas pela empresa “L.L.S. Morais – ME” para a prestação de contas do parlamentar eleito.

A PGR chegou a pedir a quebra de sigilo bancário de Reynaldo Antônio Machado Gomes, contador da campanha de Alcolumbre, e da empresa “R.A.M. Gomes”, no período de julho a outubro de 2014. A defesa de Alcolumbre nega as acusações.

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MadsonVagner
Novo presidente do Senado é investigado pelo STF

Ao assumir a presidência do Senado, o novo presidente Davi Alcolumbre (DEM-AP), já enfrenta desgaste político. Ele é alvo de dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) que apuram irregularidades na campanha eleitoral de 2014, quando foi eleito senador.

Os casos foram apurados na esfera eleitoral pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amapá, onde foram arquivados. Mas a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal a abertura das investigações em 2016 e 2018.

Em um dos inquéritos, a PGR cita suspeitas de utilização de notas falsas emitidas pela empresa “L.L.S. Morais – ME” para a prestação de contas do parlamentar eleito.

A PGR chegou a pedir a quebra de sigilo bancário de Reynaldo Antônio Machado Gomes, contador da campanha de Alcolumbre, e da empresa “R.A.M. Gomes”, no período de julho a outubro de 2014. A defesa de Alcolumbre nega as acusações.

04/02/2019 | Madson Vagner

Ao assumir a presidência do Senado, o novo presidente Davi Alcolumbre (DEM-AP), já enfrenta desgaste político. Ele é alvo de dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) que apuram irregularidades na campanha eleitoral de 2014, quando foi eleito senador.

Os casos foram apurados na esfera eleitoral pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amapá, onde foram arquivados. Mas a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal a abertura das investigações em 2016 e 2018.

Em um dos inquéritos, a PGR cita suspeitas de utilização de notas falsas emitidas pela empresa “L.L.S. Morais – ME” para a prestação de contas do parlamentar eleito.

A PGR chegou a pedir a quebra de sigilo bancário de Reynaldo Antônio Machado Gomes, contador da campanha de Alcolumbre, e da empresa “R.A.M. Gomes”, no período de julho a outubro de 2014. A defesa de Alcolumbre nega as acusações.

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