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Secretários a conta-gotas

O governador Camilo Santana resolveu soltar os nomes do seu novo governo a “conta-gotas”. Desde o início da semana que nomes são liberados pelo governo, sendo que alguns tem confirmação e outros não. Entre as novidades o policial civil Luís Mauro que assumirá será a Secretaria de Administração Penitenciária, e o médico Carlos Roberto Martins […]

29/12/2018 | Madson Vagner

O governador Camilo Santana resolveu soltar os nomes do seu novo governo a “conta-gotas”. Desde o início da semana que nomes são liberados pelo governo, sendo que alguns tem confirmação e outros não. Entre as novidades o policial civil Luís Mauro que assumirá será a Secretaria de Administração Penitenciária, e o médico Carlos Roberto Martins Rodrigues (Dr. Cabeto) que assumirá Secretaria de Saúde.

Na quarta-feira, nomes que devem permanecer são Socorro França, ex-secretária de Justiça, que assume a nova Secretaria de Proteção Social, Justiça, Mulheres e Direitos Humanos; o ex-chefe de Gabinete, Elcio Batista que assume a Casa Civil.

Na quinta-feira, surgiram os nomes do delegado da Polícia Federal, André Costa, que continua no comando da Secretaria de Segurança e Arialdo Pinho, que seguirá à frente da Secretaria de Turismo (Setur). E na nesta sexta-feira, outros nomes apareceram. São eles: Maia Júnior, para o Desenvolvimento Econômico, Mauro Filho para o Planejamento e Fernanda Pacobahyba para a Secretaria de Fazenda.

Cariri fora

Caso se confirme, a lista a região não será contemplada no primeiro escalão, pelo menos, não com políticos conhecidos. A esperança está nas prováveis indicações a serem feitas pelo senador Eunício Oliveira.

O desafio PT

Uma questão a ser resolvida por Camilo é o tensionamento com a cúpula do PT. Mesmo sem indicar o secretário de Desenvolvimento Agrário, os petistas ligados ao deputado federal José Guimarães, reivindicam outra pasta. É bom lembrar que o Meio Ambiente, ocupado hoje pelo petista Artur Bruno é indicação pessoal de Camilo. Mas, os petistas devem permanecer mesmo com a SDA, que tende a ficar sob o comando do presidente do partido Di Assis Diniz. O que seria um desastre para Camilo que sonha com a vaga ocupada por um deputado eleito para abrir espaços para aliados na Assembleia.

Aliados a espera

Camilo tem 24 partidos no arco de alianças que esperam espaços no novo governo. Para piorar a situação, o governador reduziu secretarias e anunciou a extinção de mais de 1 mil cargos dos quadros do Governo. E as negociações com os petistas e os irmãos Cid e Ciro Gomes estão tão difíceis, que no Abolição há quem duvide que Camilo consiga anunciar todos os 21 nomes do novo governo antes da posse. É esperar!

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