A menos de seis meses para as definições das chapas para a disputa nas eleições deste ano, a oposição no Ceará segue sem definição com relação aos nomes. As agendas de PSDB, PSD, PR e Solidariedade continuam paralisadas, mesmo depois do Carnaval.

O impasse na oposição é motivado pela recusa de alguns nomes em participar da disputa. Nomes como, Tasso Jereissati e Capitão Wagner, favoritos para liderar a chapa já descartaram participar. Tasso deve coordenar a campanha do tucano Geraldo Alckmim ao Planalto e Wagner vai disputar uma vaga na Câmara dos Deputados.

O deputado estadual Heitor Férrer (PSB), classificado como oposição “independente”, acredita é causada pelo efeito da reaproximação entre Eunício Oliveira (MDB) com a base do Governo. Para Heitor, “a saída do Eunício foi um golpe muito grande,” que desmoronou a oposição.

O ex-conselheiro do extinto Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), Domingos Filho, garante que a oposição deverá retomar negociações a partir desta quinta-feira (15). Ele destaca que Tasso “ficou de marcar” uma reunião e convocar os demais partidos.

Interlocutores do PSDB, no entanto, não confirmam nenhum compromisso do senador sobre eleições estaduais nos próximos dias. Enquanto isso, o governador Camilo Santana (PT), único nome na disputa, segue firme rumo a sua reeleição, contando com cerca de 130 prefeitos na sua base de apoio.

A menos de seis meses para as definições das chapas para a disputa nas eleições deste ano, a oposição no Ceará segue sem definição com relação aos nomes. As agendas de PSDB, PSD, PR e Solidariedade continuam paralisadas, mesmo depois do Carnaval.

O impasse na oposição é motivado pela recusa de alguns nomes em participar da disputa. Nomes como, Tasso Jereissati e Capitão Wagner, favoritos para liderar a chapa já descartaram participar. Tasso deve coordenar a campanha do tucano Geraldo Alckmim ao Planalto e Wagner vai disputar uma vaga na Câmara dos Deputados.

O deputado estadual Heitor Férrer (PSB), classificado como oposição “independente”, acredita é causada pelo efeito da reaproximação entre Eunício Oliveira (MDB) com a base do Governo. Para Heitor, “a saída do Eunício foi um golpe muito grande,” que desmoronou a oposição.

O ex-conselheiro do extinto Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), Domingos Filho, garante que a oposição deverá retomar negociações a partir desta quinta-feira (15). Ele destaca que Tasso “ficou de marcar” uma reunião e convocar os demais partidos.

Interlocutores do PSDB, no entanto, não confirmam nenhum compromisso do senador sobre eleições estaduais nos próximos dias. Enquanto isso, o governador Camilo Santana (PT), único nome na disputa, segue firme rumo a sua reeleição, contando com cerca de 130 prefeitos na sua base de apoio.

e-Política
MadsonVagner
Sem nomes, oposição continua sem rumo

A menos de seis meses para as definições das chapas para a disputa nas eleições deste ano, a oposição no Ceará segue sem definição com relação aos nomes. As agendas de PSDB, PSD, PR e Solidariedade continuam paralisadas, mesmo depois do Carnaval.

O impasse na oposição é motivado pela recusa de alguns nomes em participar da disputa. Nomes como, Tasso Jereissati e Capitão Wagner, favoritos para liderar a chapa já descartaram participar. Tasso deve coordenar a campanha do tucano Geraldo Alckmim ao Planalto e Wagner vai disputar uma vaga na Câmara dos Deputados.

O deputado estadual Heitor Férrer (PSB), classificado como oposição “independente”, acredita é causada pelo efeito da reaproximação entre Eunício Oliveira (MDB) com a base do Governo. Para Heitor, “a saída do Eunício foi um golpe muito grande,” que desmoronou a oposição.

O ex-conselheiro do extinto Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), Domingos Filho, garante que a oposição deverá retomar negociações a partir desta quinta-feira (15). Ele destaca que Tasso “ficou de marcar” uma reunião e convocar os demais partidos.

Interlocutores do PSDB, no entanto, não confirmam nenhum compromisso do senador sobre eleições estaduais nos próximos dias. Enquanto isso, o governador Camilo Santana (PT), único nome na disputa, segue firme rumo a sua reeleição, contando com cerca de 130 prefeitos na sua base de apoio.

15/02/2018 | Madson Vagner

A menos de seis meses para as definições das chapas para a disputa nas eleições deste ano, a oposição no Ceará segue sem definição com relação aos nomes. As agendas de PSDB, PSD, PR e Solidariedade continuam paralisadas, mesmo depois do Carnaval.

O impasse na oposição é motivado pela recusa de alguns nomes em participar da disputa. Nomes como, Tasso Jereissati e Capitão Wagner, favoritos para liderar a chapa já descartaram participar. Tasso deve coordenar a campanha do tucano Geraldo Alckmim ao Planalto e Wagner vai disputar uma vaga na Câmara dos Deputados.

O deputado estadual Heitor Férrer (PSB), classificado como oposição “independente”, acredita é causada pelo efeito da reaproximação entre Eunício Oliveira (MDB) com a base do Governo. Para Heitor, “a saída do Eunício foi um golpe muito grande,” que desmoronou a oposição.

O ex-conselheiro do extinto Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), Domingos Filho, garante que a oposição deverá retomar negociações a partir desta quinta-feira (15). Ele destaca que Tasso “ficou de marcar” uma reunião e convocar os demais partidos.

Interlocutores do PSDB, no entanto, não confirmam nenhum compromisso do senador sobre eleições estaduais nos próximos dias. Enquanto isso, o governador Camilo Santana (PT), único nome na disputa, segue firme rumo a sua reeleição, contando com cerca de 130 prefeitos na sua base de apoio.

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