Os servidores municipais de Araripe, não descartam a possibilidade de uma greve na educação, caso o prefeito, Giovane Guedes (PR), não libere os recursos do precatório do antigo Fundef. Os R$ 23,8 milhões, liberados em junho, continuam retidos pela gestão municipal, sem qualquer programação de repasse dos 60% destinados ao profissionais do magistério.

A pressão sobre o prefeito Giovane aumenta. A Procuradora Geral do Município, Ylnara Alencar, foi convidada a esclarecer a situação aos vereadores no dia 9, mas não compareceu à sessão. Uma comissão organizada pelo Sindicado Apeoc foi à Prefeitura para uma audiência com o prefeito, mas, sequer, foi recebida.

A Apeoc repudiou o ato em nota e a Câmara promete providências diante do descaso com o Poder. Além da liberação do precatório, os professores reivindicam também o reajuste salarial da categoria em 2018.

Os servidores municipais de Araripe, não descartam a possibilidade de uma greve na educação, caso o prefeito, Giovane Guedes (PR), não libere os recursos do precatório do antigo Fundef. Os R$ 23,8 milhões, liberados em junho, continuam retidos pela gestão municipal, sem qualquer programação de repasse dos 60% destinados ao profissionais do magistério.

A pressão sobre o prefeito Giovane aumenta. A Procuradora Geral do Município, Ylnara Alencar, foi convidada a esclarecer a situação aos vereadores no dia 9, mas não compareceu à sessão. Uma comissão organizada pelo Sindicado Apeoc foi à Prefeitura para uma audiência com o prefeito, mas, sequer, foi recebida.

A Apeoc repudiou o ato em nota e a Câmara promete providências diante do descaso com o Poder. Além da liberação do precatório, os professores reivindicam também o reajuste salarial da categoria em 2018.

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MadsonVagner
Sem precatório, servidores ameaçam greve

Os servidores municipais de Araripe, não descartam a possibilidade de uma greve na educação, caso o prefeito, Giovane Guedes (PR), não libere os recursos do precatório do antigo Fundef. Os R$ 23,8 milhões, liberados em junho, continuam retidos pela gestão municipal, sem qualquer programação de repasse dos 60% destinados ao profissionais do magistério.

A pressão sobre o prefeito Giovane aumenta. A Procuradora Geral do Município, Ylnara Alencar, foi convidada a esclarecer a situação aos vereadores no dia 9, mas não compareceu à sessão. Uma comissão organizada pelo Sindicado Apeoc foi à Prefeitura para uma audiência com o prefeito, mas, sequer, foi recebida.

A Apeoc repudiou o ato em nota e a Câmara promete providências diante do descaso com o Poder. Além da liberação do precatório, os professores reivindicam também o reajuste salarial da categoria em 2018.

15/02/2018 | Madson Vagner

Os servidores municipais de Araripe, não descartam a possibilidade de uma greve na educação, caso o prefeito, Giovane Guedes (PR), não libere os recursos do precatório do antigo Fundef. Os R$ 23,8 milhões, liberados em junho, continuam retidos pela gestão municipal, sem qualquer programação de repasse dos 60% destinados ao profissionais do magistério.

A pressão sobre o prefeito Giovane aumenta. A Procuradora Geral do Município, Ylnara Alencar, foi convidada a esclarecer a situação aos vereadores no dia 9, mas não compareceu à sessão. Uma comissão organizada pelo Sindicado Apeoc foi à Prefeitura para uma audiência com o prefeito, mas, sequer, foi recebida.

A Apeoc repudiou o ato em nota e a Câmara promete providências diante do descaso com o Poder. Além da liberação do precatório, os professores reivindicam também o reajuste salarial da categoria em 2018.

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