A tensão entre PT e PDT para sucessão eleitoral deste ano aumenta a cada dia. Na terça-feira, 12, o presidente do PDT no Ceará, deputado federal André Figueiredo, avaliou a ausência de Camilo no evento de lançamento da pré-candidatura de Lula ao Planalto como uma decisão pessoal. Apesar da cautela de André, outros pedetistas avaliaram como uma clara demonstração de apoio a pré-candidatura de Ciro Gomes à Presidência.

Um dia após as declarações, na quarta-feira, 13, a deputada federal Luizianne Lins (PT) voltou a admitir que pode colocar seu nome para convenção estadual do partido que define o candidato ao Governo. A condição para a unanimidade em torno de Camilo é o voto dele em Lula. “O Camilo é filiado ao PT e, por maiores que sejam seus vínculos com a família Ferreira Gomes, não se admite que ele não apoie a candidatura de Lula à presidência,” disse.

Luizianne lembrou ainda que há uma orientação da Executiva Nacional do PT, da qual faz parte, definindo como a prioridade nas eleições deste ano a candidatura de Lula. Sobre a tensão, quem permanece calado é o deputado federal José Guimarães que, com Luizianne, controla os diretórios de Fortaleza e do Estado.

A tensão entre PT e PDT para sucessão eleitoral deste ano aumenta a cada dia. Na terça-feira, 12, o presidente do PDT no Ceará, deputado federal André Figueiredo, avaliou a ausência de Camilo no evento de lançamento da pré-candidatura de Lula ao Planalto como uma decisão pessoal. Apesar da cautela de André, outros pedetistas avaliaram como uma clara demonstração de apoio a pré-candidatura de Ciro Gomes à Presidência.

Um dia após as declarações, na quarta-feira, 13, a deputada federal Luizianne Lins (PT) voltou a admitir que pode colocar seu nome para convenção estadual do partido que define o candidato ao Governo. A condição para a unanimidade em torno de Camilo é o voto dele em Lula. “O Camilo é filiado ao PT e, por maiores que sejam seus vínculos com a família Ferreira Gomes, não se admite que ele não apoie a candidatura de Lula à presidência,” disse.

Luizianne lembrou ainda que há uma orientação da Executiva Nacional do PT, da qual faz parte, definindo como a prioridade nas eleições deste ano a candidatura de Lula. Sobre a tensão, quem permanece calado é o deputado federal José Guimarães que, com Luizianne, controla os diretórios de Fortaleza e do Estado.

e-Política
MadsonVagner
Sucessão. Luizianne ameaça disputar o Governo em resposta ao PDT

A tensão entre PT e PDT para sucessão eleitoral deste ano aumenta a cada dia. Na terça-feira, 12, o presidente do PDT no Ceará, deputado federal André Figueiredo, avaliou a ausência de Camilo no evento de lançamento da pré-candidatura de Lula ao Planalto como uma decisão pessoal. Apesar da cautela de André, outros pedetistas avaliaram como uma clara demonstração de apoio a pré-candidatura de Ciro Gomes à Presidência.

Um dia após as declarações, na quarta-feira, 13, a deputada federal Luizianne Lins (PT) voltou a admitir que pode colocar seu nome para convenção estadual do partido que define o candidato ao Governo. A condição para a unanimidade em torno de Camilo é o voto dele em Lula. “O Camilo é filiado ao PT e, por maiores que sejam seus vínculos com a família Ferreira Gomes, não se admite que ele não apoie a candidatura de Lula à presidência,” disse.

Luizianne lembrou ainda que há uma orientação da Executiva Nacional do PT, da qual faz parte, definindo como a prioridade nas eleições deste ano a candidatura de Lula. Sobre a tensão, quem permanece calado é o deputado federal José Guimarães que, com Luizianne, controla os diretórios de Fortaleza e do Estado.

14/06/2018 | Madson Vagner

A tensão entre PT e PDT para sucessão eleitoral deste ano aumenta a cada dia. Na terça-feira, 12, o presidente do PDT no Ceará, deputado federal André Figueiredo, avaliou a ausência de Camilo no evento de lançamento da pré-candidatura de Lula ao Planalto como uma decisão pessoal. Apesar da cautela de André, outros pedetistas avaliaram como uma clara demonstração de apoio a pré-candidatura de Ciro Gomes à Presidência.

Um dia após as declarações, na quarta-feira, 13, a deputada federal Luizianne Lins (PT) voltou a admitir que pode colocar seu nome para convenção estadual do partido que define o candidato ao Governo. A condição para a unanimidade em torno de Camilo é o voto dele em Lula. “O Camilo é filiado ao PT e, por maiores que sejam seus vínculos com a família Ferreira Gomes, não se admite que ele não apoie a candidatura de Lula à presidência,” disse.

Luizianne lembrou ainda que há uma orientação da Executiva Nacional do PT, da qual faz parte, definindo como a prioridade nas eleições deste ano a candidatura de Lula. Sobre a tensão, quem permanece calado é o deputado federal José Guimarães que, com Luizianne, controla os diretórios de Fortaleza e do Estado.

Especial/Reportagem

Livro

Leia Também: