A Câmara de Juazeiro do Norte iniciou seus trabalhos legislativos de 2018 cercada por crises e polêmicas. Uma denúncia da vereadora Auricélia Bezerra (PDT), contra o vereador Tarso Magno (PRP), promete mexer com as bases do Poder Legislativo nos últimos anos. Para a parlamentar, uma prática de favorecimento interno pode revelar um esquema de desvio de dinheiro em gestões anteriores.

Auricélia garante que Tarso sabia de tudo e se calou por possível favorecimento. Auricélia apresentou uma série de cheques emitidos pelo Legislativo à empresas e que teriam sido justificados com notas frias. Os cheques estariam em mãos, inclusive, de agiotas. A vereadora fala em comprovação de R$ 190 mil, mas o montante poderia chegar a R$ 900 mil, em cheques sem fundo.

Para Auricélia, Tarso não teria denunciado por ser favorecido com oito assessorias que renderiam ao parlamentar cerca de R$ 9 mil mensal. O vereador foi acusado ainda de sonegação de imposto e débito de R$ 110 mil com IPTU.

Um requerimento pedindo o envio da denúncia aos órgãos de investigação acabou rejeitado pela Casa, mas Auricélia garante protocolar as denúncias pessoalmente ao Ministério Público, Polícia Civil e Justiça Eleitoral.

Sobre as denúncias, Tarso disse que vai rebater todas e reafirmou que seu patrimônio está declarado no Imposto de Renda. Sobre as assessorias, o vereador não revelou o número que dispunha, mas negou a prática de favorecimento na gestão anterior. Sobre um débito com IPTU, Tarso disse que existe uma causa ganha contra a Prefeitura que atualizado deve chegar a R$ 1 milhão, o que tornaria irrisório o valor elencado pela vereadora como dívida.

A crise teve início no fim de 2017, quando Tarso Magno denunciou o envolvimento da vereadora Auricélia com uma empresa que presta serviços de venda de óculos à Prefeitura, o que é vedado pela Lei.

A Câmara de Juazeiro do Norte iniciou seus trabalhos legislativos de 2018 cercada por crises e polêmicas. Uma denúncia da vereadora Auricélia Bezerra (PDT), contra o vereador Tarso Magno (PRP), promete mexer com as bases do Poder Legislativo nos últimos anos. Para a parlamentar, uma prática de favorecimento interno pode revelar um esquema de desvio de dinheiro em gestões anteriores.

Auricélia garante que Tarso sabia de tudo e se calou por possível favorecimento. Auricélia apresentou uma série de cheques emitidos pelo Legislativo à empresas e que teriam sido justificados com notas frias. Os cheques estariam em mãos, inclusive, de agiotas. A vereadora fala em comprovação de R$ 190 mil, mas o montante poderia chegar a R$ 900 mil, em cheques sem fundo.

Para Auricélia, Tarso não teria denunciado por ser favorecido com oito assessorias que renderiam ao parlamentar cerca de R$ 9 mil mensal. O vereador foi acusado ainda de sonegação de imposto e débito de R$ 110 mil com IPTU.

Um requerimento pedindo o envio da denúncia aos órgãos de investigação acabou rejeitado pela Casa, mas Auricélia garante protocolar as denúncias pessoalmente ao Ministério Público, Polícia Civil e Justiça Eleitoral.

Sobre as denúncias, Tarso disse que vai rebater todas e reafirmou que seu patrimônio está declarado no Imposto de Renda. Sobre as assessorias, o vereador não revelou o número que dispunha, mas negou a prática de favorecimento na gestão anterior. Sobre um débito com IPTU, Tarso disse que existe uma causa ganha contra a Prefeitura que atualizado deve chegar a R$ 1 milhão, o que tornaria irrisório o valor elencado pela vereadora como dívida.

A crise teve início no fim de 2017, quando Tarso Magno denunciou o envolvimento da vereadora Auricélia com uma empresa que presta serviços de venda de óculos à Prefeitura, o que é vedado pela Lei.

e-Política
MadsonVagner
Vereadora Auricélia cumpre promessa e denuncia desvio de dinheiro

A Câmara de Juazeiro do Norte iniciou seus trabalhos legislativos de 2018 cercada por crises e polêmicas. Uma denúncia da vereadora Auricélia Bezerra (PDT), contra o vereador Tarso Magno (PRP), promete mexer com as bases do Poder Legislativo nos últimos anos. Para a parlamentar, uma prática de favorecimento interno pode revelar um esquema de desvio de dinheiro em gestões anteriores.

Auricélia garante que Tarso sabia de tudo e se calou por possível favorecimento. Auricélia apresentou uma série de cheques emitidos pelo Legislativo à empresas e que teriam sido justificados com notas frias. Os cheques estariam em mãos, inclusive, de agiotas. A vereadora fala em comprovação de R$ 190 mil, mas o montante poderia chegar a R$ 900 mil, em cheques sem fundo.

Para Auricélia, Tarso não teria denunciado por ser favorecido com oito assessorias que renderiam ao parlamentar cerca de R$ 9 mil mensal. O vereador foi acusado ainda de sonegação de imposto e débito de R$ 110 mil com IPTU.

Um requerimento pedindo o envio da denúncia aos órgãos de investigação acabou rejeitado pela Casa, mas Auricélia garante protocolar as denúncias pessoalmente ao Ministério Público, Polícia Civil e Justiça Eleitoral.

Sobre as denúncias, Tarso disse que vai rebater todas e reafirmou que seu patrimônio está declarado no Imposto de Renda. Sobre as assessorias, o vereador não revelou o número que dispunha, mas negou a prática de favorecimento na gestão anterior. Sobre um débito com IPTU, Tarso disse que existe uma causa ganha contra a Prefeitura que atualizado deve chegar a R$ 1 milhão, o que tornaria irrisório o valor elencado pela vereadora como dívida.

A crise teve início no fim de 2017, quando Tarso Magno denunciou o envolvimento da vereadora Auricélia com uma empresa que presta serviços de venda de óculos à Prefeitura, o que é vedado pela Lei.

14/02/2018 | Madson Vagner

A Câmara de Juazeiro do Norte iniciou seus trabalhos legislativos de 2018 cercada por crises e polêmicas. Uma denúncia da vereadora Auricélia Bezerra (PDT), contra o vereador Tarso Magno (PRP), promete mexer com as bases do Poder Legislativo nos últimos anos. Para a parlamentar, uma prática de favorecimento interno pode revelar um esquema de desvio de dinheiro em gestões anteriores.

Auricélia garante que Tarso sabia de tudo e se calou por possível favorecimento. Auricélia apresentou uma série de cheques emitidos pelo Legislativo à empresas e que teriam sido justificados com notas frias. Os cheques estariam em mãos, inclusive, de agiotas. A vereadora fala em comprovação de R$ 190 mil, mas o montante poderia chegar a R$ 900 mil, em cheques sem fundo.

Para Auricélia, Tarso não teria denunciado por ser favorecido com oito assessorias que renderiam ao parlamentar cerca de R$ 9 mil mensal. O vereador foi acusado ainda de sonegação de imposto e débito de R$ 110 mil com IPTU.

Um requerimento pedindo o envio da denúncia aos órgãos de investigação acabou rejeitado pela Casa, mas Auricélia garante protocolar as denúncias pessoalmente ao Ministério Público, Polícia Civil e Justiça Eleitoral.

Sobre as denúncias, Tarso disse que vai rebater todas e reafirmou que seu patrimônio está declarado no Imposto de Renda. Sobre as assessorias, o vereador não revelou o número que dispunha, mas negou a prática de favorecimento na gestão anterior. Sobre um débito com IPTU, Tarso disse que existe uma causa ganha contra a Prefeitura que atualizado deve chegar a R$ 1 milhão, o que tornaria irrisório o valor elencado pela vereadora como dívida.

A crise teve início no fim de 2017, quando Tarso Magno denunciou o envolvimento da vereadora Auricélia com uma empresa que presta serviços de venda de óculos à Prefeitura, o que é vedado pela Lei.

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