O presidente eleito Jair Bolsonaro foi diplomado presidente da República pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na tarde dessa segunda-feira, 10, em Brasília. A entrega do diploma oficializa o resultado eleição e dá direito ao eleito de assumir o mandato em 1º de janeiro.

Bolsonaro fez um discurso sem improvisos. Apesar da emoção que o levou as lágrimas. Ele abriu a fala agradecendo a Deus por estar vivo, defendeu o resultado das eleições e falou que o voto popular é irreversível. Para analistas, uma resposta aos que o acusavam de querer romper com a democracia.

Completou dizendo que o Brasil é um exemplo de transformação pelo voto e que o compromisso com a soberania do voto popular é inquebrantável. Em tom conciliatório, Bolsonaro afirmou que vai governar para todos os brasileiros. Garantiu que será o presidente de 210 milhões, sem distinguir origem social, raça, sexo, cor, idade ou religião.

O presidente eleito, tentou desfazer o discusso duro adotado durante a campanha de que governaria para as maiorias e as minorias teriam que se adequar. Bolsonaro também elogiou o processo eleitoral ao se dirigir a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, e os demais ministros da Corte.

CLIMA QUENTE. O clima fiou tenso quando a ministra Rosa Weber discursou a favor das minorias sociais e disse que a vontade da maioria não pode “abafar” a opinião de grupos minoritários. Para reafirmar seu discurso, a ministra lembrou ainda os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Acabou ressuscitando o fantasma da campanha.

REAÇÃO. Inquietos, aliados do presidente eleito, esperaram somente o final da cerimonia e correram para as redes sociais. E o que se viu foi um festival de críticas a ministra.

A deputada eleita Joice Hasselmann (PSL-SP) disse: que a ministra Rosa Weber submeteu a todos a uma longa aula de direitos humanos fora de tom e de propósito. Qualificou o discursos de “Desnecessário”. Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP), também eleito deputado federal, classificou a fala como “inadequada”.

Beatriz Kicis (PRP-DF) falou em “aulinha de direitos humanos” e Carla Zambelli destacou que a “ministra Rosa Weber fez questão de fazer um discurso 4 vezes mais demorado que o de Bolsonaro”. E completou: “pena que não teve réplica”.

O presidente eleito Jair Bolsonaro foi diplomado presidente da República pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na tarde dessa segunda-feira, 10, em Brasília. A entrega do diploma oficializa o resultado eleição e dá direito ao eleito de assumir o mandato em 1º de janeiro.

Bolsonaro fez um discurso sem improvisos. Apesar da emoção que o levou as lágrimas. Ele abriu a fala agradecendo a Deus por estar vivo, defendeu o resultado das eleições e falou que o voto popular é irreversível. Para analistas, uma resposta aos que o acusavam de querer romper com a democracia.

Completou dizendo que o Brasil é um exemplo de transformação pelo voto e que o compromisso com a soberania do voto popular é inquebrantável. Em tom conciliatório, Bolsonaro afirmou que vai governar para todos os brasileiros. Garantiu que será o presidente de 210 milhões, sem distinguir origem social, raça, sexo, cor, idade ou religião.

O presidente eleito, tentou desfazer o discusso duro adotado durante a campanha de que governaria para as maiorias e as minorias teriam que se adequar. Bolsonaro também elogiou o processo eleitoral ao se dirigir a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, e os demais ministros da Corte.

CLIMA QUENTE. O clima fiou tenso quando a ministra Rosa Weber discursou a favor das minorias sociais e disse que a vontade da maioria não pode “abafar” a opinião de grupos minoritários. Para reafirmar seu discurso, a ministra lembrou ainda os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Acabou ressuscitando o fantasma da campanha.

REAÇÃO. Inquietos, aliados do presidente eleito, esperaram somente o final da cerimonia e correram para as redes sociais. E o que se viu foi um festival de críticas a ministra.

A deputada eleita Joice Hasselmann (PSL-SP) disse: que a ministra Rosa Weber submeteu a todos a uma longa aula de direitos humanos fora de tom e de propósito. Qualificou o discursos de “Desnecessário”. Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP), também eleito deputado federal, classificou a fala como “inadequada”.

Beatriz Kicis (PRP-DF) falou em “aulinha de direitos humanos” e Carla Zambelli destacou que a “ministra Rosa Weber fez questão de fazer um discurso 4 vezes mais demorado que o de Bolsonaro”. E completou: “pena que não teve réplica”.

e-Política
MadsonVagner
Bolsonaro é diplomado como presidente eleito

O presidente eleito Jair Bolsonaro foi diplomado presidente da República pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na tarde dessa segunda-feira, 10, em Brasília. A entrega do diploma oficializa o resultado eleição e dá direito ao eleito de assumir o mandato em 1º de janeiro.

Bolsonaro fez um discurso sem improvisos. Apesar da emoção que o levou as lágrimas. Ele abriu a fala agradecendo a Deus por estar vivo, defendeu o resultado das eleições e falou que o voto popular é irreversível. Para analistas, uma resposta aos que o acusavam de querer romper com a democracia.

Completou dizendo que o Brasil é um exemplo de transformação pelo voto e que o compromisso com a soberania do voto popular é inquebrantável. Em tom conciliatório, Bolsonaro afirmou que vai governar para todos os brasileiros. Garantiu que será o presidente de 210 milhões, sem distinguir origem social, raça, sexo, cor, idade ou religião.

O presidente eleito, tentou desfazer o discusso duro adotado durante a campanha de que governaria para as maiorias e as minorias teriam que se adequar. Bolsonaro também elogiou o processo eleitoral ao se dirigir a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, e os demais ministros da Corte.

CLIMA QUENTE. O clima fiou tenso quando a ministra Rosa Weber discursou a favor das minorias sociais e disse que a vontade da maioria não pode “abafar” a opinião de grupos minoritários. Para reafirmar seu discurso, a ministra lembrou ainda os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Acabou ressuscitando o fantasma da campanha.

REAÇÃO. Inquietos, aliados do presidente eleito, esperaram somente o final da cerimonia e correram para as redes sociais. E o que se viu foi um festival de críticas a ministra.

A deputada eleita Joice Hasselmann (PSL-SP) disse: que a ministra Rosa Weber submeteu a todos a uma longa aula de direitos humanos fora de tom e de propósito. Qualificou o discursos de “Desnecessário”. Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP), também eleito deputado federal, classificou a fala como “inadequada”.

Beatriz Kicis (PRP-DF) falou em “aulinha de direitos humanos” e Carla Zambelli destacou que a “ministra Rosa Weber fez questão de fazer um discurso 4 vezes mais demorado que o de Bolsonaro”. E completou: “pena que não teve réplica”.

11/12/2018 | Madson Vagner

O presidente eleito Jair Bolsonaro foi diplomado presidente da República pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na tarde dessa segunda-feira, 10, em Brasília. A entrega do diploma oficializa o resultado eleição e dá direito ao eleito de assumir o mandato em 1º de janeiro.

Bolsonaro fez um discurso sem improvisos. Apesar da emoção que o levou as lágrimas. Ele abriu a fala agradecendo a Deus por estar vivo, defendeu o resultado das eleições e falou que o voto popular é irreversível. Para analistas, uma resposta aos que o acusavam de querer romper com a democracia.

Completou dizendo que o Brasil é um exemplo de transformação pelo voto e que o compromisso com a soberania do voto popular é inquebrantável. Em tom conciliatório, Bolsonaro afirmou que vai governar para todos os brasileiros. Garantiu que será o presidente de 210 milhões, sem distinguir origem social, raça, sexo, cor, idade ou religião.

O presidente eleito, tentou desfazer o discusso duro adotado durante a campanha de que governaria para as maiorias e as minorias teriam que se adequar. Bolsonaro também elogiou o processo eleitoral ao se dirigir a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, e os demais ministros da Corte.

CLIMA QUENTE. O clima fiou tenso quando a ministra Rosa Weber discursou a favor das minorias sociais e disse que a vontade da maioria não pode “abafar” a opinião de grupos minoritários. Para reafirmar seu discurso, a ministra lembrou ainda os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Acabou ressuscitando o fantasma da campanha.

REAÇÃO. Inquietos, aliados do presidente eleito, esperaram somente o final da cerimonia e correram para as redes sociais. E o que se viu foi um festival de críticas a ministra.

A deputada eleita Joice Hasselmann (PSL-SP) disse: que a ministra Rosa Weber submeteu a todos a uma longa aula de direitos humanos fora de tom e de propósito. Qualificou o discursos de “Desnecessário”. Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP), também eleito deputado federal, classificou a fala como “inadequada”.

Beatriz Kicis (PRP-DF) falou em “aulinha de direitos humanos” e Carla Zambelli destacou que a “ministra Rosa Weber fez questão de fazer um discurso 4 vezes mais demorado que o de Bolsonaro”. E completou: “pena que não teve réplica”.

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